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Redações classificadas com nota “Superior” em 2005

Amanhã é outro dia
Era uma vez um menino muito pobre que se chamava John Huka, morava na cidade de São Paulo, sonhava em conhecer o seu pai porque quando era pequeno houve uma grande discussão e seus pais se separaram. Ele sempre tinha saudades e queria sempre vê-lo, além de não saber o seu paradeiro, a distância e o dinheiro não davam para viajar. Ele sempre foi o melhor aluno das séries que passaram. Porém por ser um estudante bolsista, a descriminação por ser pobre e não ter um pai aumentava a cada dia.

Um dia chegou em casa chorando e ele teve um diálogo com sua mãe.

_ Mãe, eu não suporto mais ver os meus amigos junto com seus pais, brincando com eles. Sinto um pedaço do meu coração que não está preenchido. Necessito de um pai!

_ Mas filho, você tem que entender, seu pai foi embora, o deixou, mas Deus lhe deu inteligência, quantas mães queriam ter você? Seus amigos podem ter pai, mas não são iguais a você! Mas fique sabendo que seu pai o ama muito, e queria estar morando com você, saber de você...

Os anos se passaram. John se formou em medicina, até que um dia quando chegou em casa, o telefone tocou, e ele falou:

_ Alô?

_ Alô! Eu posso falar com John Huka?

_ Sou eu, quem está falando?

_ Desculpe, sou eu filho, seu pai que o deixou. Eu não queria deixá-lo mas eu o amo muito. Você não sabe o vazio que me dá a sua falta. Queria poder abraçá-lo, tocá-lo e poder ouvir a sua voz...

_ Mas pai, por que você não ligou antes?

_ Porque eu estava tentando ganhar dinheiro, para poder lhe dar um vida maravilhosa.

_ Pai, fique sabendo que eu o amo de qualquer jeito. Onde você está?

_ Justamente, filho, estou ligando para chamá-lo para morar aqui.

_ Mas já, pai, a mãe pode ir junto?

_ Claro. Arrumem logo sua mala e venham logo. Tchau.

_ Tchau.

_ Mãe, mãe!

_ Que foi filho?

_ Você não vai acreditar no que vou lhe falar. O pai ligou e mandou a gente ir morar com ele.

Ao ouvir isso, sua mãe emocionada quebrou um prato e gritou:

_ O quê?

_ É verdade, o pai ligou, vai fazer a sua mala, vamos hoje mesmo!

_ Claro filho.

Logo as malas ficaram prontas.

Eles foram embora. Ao chegar nos Estados Unidos, um homem de terno preto começou a chorar e gritou:

_ Filho!

_ Pai!

Foi um dia realmente inesquecível, quando chegou em sua linda casa ...

_ Pai, você não sabe a falta que senti por não estar com você esses anos todos. Os dias em que ia jogar futebol, os dias de igreja, quando queria tê-lo perto, enfim vinte e quatro anos e meio.

_ É, mas agora você está comigo e nem pense em fugir de mim!

John foi um grande homem, rico, feliz, se casou e teve dois filhos.

Magdalena Sofia B. Franco
5ª série – Ensino Fundamental
Escola Presbiteriana Erasmo Braga
Dourados


O DIREITO À VIDA
Enquanto andava por aqueles longos, escuros e, principalmente, vazios corredores, notei que a tristeza pairava no ar. Não que isso fosse raro, na verdade era muito comum, já fazia parte do ambiente que eu já estava acostumada, andava naqueles mesmos corredores fazia mais de dez anos. Dez anos sete meses e onze dias para ser mais exata, foi quando me formei e fui trabalhar naquele hospital. Todos os dias atendia inúmeros pacientes, muitos não pude salvar. Mas a morte havia se tornado corriqueira e eu havia me tornado uma pessoa fria , insensível a qualquer dor, pois minha profissão assim exigia. Eu havia me afastado de tudo e de todos, não queria ter ninguém próximo a mim. Após todos esses anos aprendi que a vida poderia acabar a qualquer momento e que a morte não era nada poética como insistiam em dizer os escritores.

Mas eu não fui sempre assim. Lembro-me do meu primeiro dia trabalhando naquele hospital, a alegria que senti ao salvar meu primeiro paciente. Infelizmente essa alegia durou poucas semanas, pois naquele sombrio e frio dia ela chegou ao hospital. Ela estava em estado grave, os médicos me disseram que era impossível impedir sua morte, mas eu era orgulhosa demais para admitir que era incapaz de salvá-la. Fiz tudo que estava ao meu alcance e consegui mantê-la viva. Viva, se uma pessoa em estado vegetativo pode ser considerada viva. A minha teimosia a havia posto naquele estado. Desde aquele dia eu nunca mais fui a mesma.

Secretamente, eu a via todos os dias. Queria ajudá-la, o sentimento de culpa era insuportável. Olhando em minhas mãos procurava resposta mas não as encontrava. O seu rosto assombrava os meus sonhos outrora agradáveis. Ao vê-la naquele melancólico estado sentia raiva. Raiva dela, de mim, daquele maldito diploma, de tudo enfim.

As vezes me supreendia ouvindo seus familiares e amigos discutindo sobre o que fariam com ela. Não conseguia escutar claramente, mas pude entender que pretendiam desligar os aparelhos que a mantinham viva. Deixá-la morrer. Não havia como curá-la e essas pessoas precisavam seguir em frente com as suas vidas. Daqui a alguns minutos ela vai poder descansar em paz e vai se tornar um número em uma estatística qualquer. Eles tirarão o seu direito à vida.

Ana Beatriz Lira
8ª série – Ensino Fundamental
Colégio Fazer Crescer
Recife

Palha ao vento
A folha áspera e seca pendurava pela sua haste nas mãos igualmente calejadas e sedentárias do jovem Obiru1. Como ele, aquela lâmina verde esmaecia e sua epiderme fina e tesa, a ponto de ser translúcida, saltava em pequenas saliências com as muitas veias. Seus dedos pareciam mesclar com a folha, sendo estes últimos galhos, imóveis, a sustentarem, e serem sustentados, pela riqueza verde. Uma verdadeira riqueza.

Os olhos vítreos de Obiru atracavam-se àquela folha há pouco tempo prensada entre outras folhas (estas, de outra origem). Cada partícula de pó que dela esvoaçava suscitava nele a idéia de um baú repleto de tesouros despencando na vastidão do eterno mar. Aquela única folha valia-lhe a vida. Ela era a sua vida.

Virgínia amamentava seu pequeno anjo à sombra do carvalho frondoso, descansando no corpo rijo da árvore enquanto seu filho encontrava conforto nos suaves membros da mãe e dormia. Ela cantarolava uma melodia afetuosa, acompanhada pela brisa matutina.

Tomando-se de um ímpeto repentino, o leve vento soprou uma folha nova, cheia do seu verde característico, a um galho sobre a família. Lá ela ficou, pousada, nutando, decidindo se faria mesmo a vontade da brisa. Enfim, cedendo à vontade do bom vento, sua ponta mergulhou, simulando um faminta ave de rapina, descendo em espirais cada vez mais cortantes, cheios de vida, parando abuptamente antes de alcançar seu destino: a tenra calva de Obiru. A mãe tirou a folha, para que não o atrapalhasse, e a guardou em sua Bíblia. E o carvalho balançava seus galhos à brisa.

Seis anos mais tarde, aquele carvalho permanecia solitário no mar de relva, assistindo a um pôr-do-sol único. Na verdade, não se podia declarar aquele fenômeno como um verdadeiro pôr-do-sol, mas um espetáculo no qual o firmamento e a planície fundiam-se em um único plano incandescente. O sol era conhecido apenas como o centro daquela fogueira. Era quase melancólico, pois as duas figuras sombrias naquela combustão etérea sabiam que, aos poucos, o fogo se extinguiria.

E não se iludiam, mas Virgínia e Obiru aproveitavam o que restava da dádiva da esfera de Apolo, rindo e correndo por entre os campos fogosos. A vida era agora um fogo. Era feliz, era quente, era agitada. A vida era algo a celebrar eternamente nos olhos faiscantes de Obiru. O sol agora impunha um tom avermelhado e roxo ao céu e à terra, e soltava gargalhadas musicais, que acompanhavam a beleza orquestral dos feixes finais de luz solar.

- Meu filho – Virgínia dizia enquanto passava as mesmas mãos joviais de antes pelos cabelos lisos e negros do pequeno – Eu te amo, sabia?

- Eu também, mamãe. Um tanto assim!- e levava as mãos o mais longe possível uma da outra.- Não. Mais do que isso. Daqui até a árvore. Não. Eu te amo até as estrelas!

- Vamos voltar para casa? Eu aposto corrida com você! – e já não precisava dizer mais. Seu filho corria em direção ao carvalho, de maneira que os pequenos braços se moviam mais do que as pernas. Olhava já para a pequena choupana além do carvalho, humilde em meo ao grande território que havia herdado do pai falecido.

Mais dois anos se passaram, cheios de momentos como esses, que saturavam Obiru de felicidade e de admiração pelo amor da mãe e pelo mundo novo que ela lhe mostrava a cada dia. Dias se passavam nessa constante e interminável alegria, como se a cada raiar do sol, uma nova melodia, cada vez mais harmoniosa e intricada de belas histórias, era propagada. Era um paraíso sem fim. Obiru e sua mãe corriam lado a lado nos campos, subiam no velho carvalho, e cantavam e riam, sem razão. E o sol por trás se punha em melancolia. Os dias se acabavam.

Em um desses dias, o sol parecia demorar a aparecer e as nuvens traziam um presságio de uma longa tempestade. O carvalho permanecia em estado fixo. Não havia nenhum vento ou mesmo brisa. O silêncio doía os ouvidos. Seria algo mais do que uma tempestade que aquelas nuvens trariam... seria um cataclismo.

Obiru, em sua obstinação, quis sair de casa, e correu, contrário ao mandamento da mãe, ao encontro da árvore. Sua mãe, quando o viu, lembrou das cobras que saíam no tempo úmido, e disparou atrás do filho. Então, os últimos raios dourados do sol foram encobertos pelas cinzentas nuvens, e Obiru parou.

Ele sabia que algo aconteceria de errado. Virou-se. Por trás dele vinha a mãe, a alguns metros de distância. Então suas pálpebras caíram em um momento de alívio. Nada estava para acontecer. Não havia problema. Porém, ao se levantarem, as pálpebras revelaram um mundo novo a Obiru. Como suas pálpebras, sua mãe havia tombado. Porém, Virgínia não se levantava.

Tremendo chacoalhando, Obiru chegou perto de sua mãe. Ela não respirava. Em um pranto pela bela mãe, fortes rajadas de vento ciclônicos rodopiavam entre o céu e a terra. Um som triste emanava do ar. O carvalho se contorcia e estremecia, jogando a sua volta uma nuvem de folhas enraivecidas. O último suspiro de sua mãe encorpava-se agora no agouro da tempestade vindoura.

Então, expressando a angústia de Obiru, uma nuvem simpatizante deixou cair uma gota de água, que rodopiava, olhando o mundo novo em que cairia. Escolheu o seu alvo: a decaída corcunda do menino, e assim ela morreu. Então, a seguir o exemplo da gota pioneira, uma quantidade diluvial desceu, pranteando Virgínia.

Agora, numa triste noite, como eram todas as noites de Obiru, ele permanecia com os olhos fitos na folha. “A primeira folha que você viu”, como dizia sua mãe. Como se rangessem, seus braços mórbidos devolveram a folha a seu lugar na Bíblia. “O maior tesouro que você poderia ter está neste livro”, ela dizia. De seus olhos cerâmicos então, rolou uma esfera de sal – o que era para ser uma lágrima naquele corpo seco.

Guardou então seu tesouro debaixo da cama, e sem nunca ter aberto a Bíblia em parte alguma a não ser Apocalipse, local onde a folha era mantida, deitou-se e tentou dormir. A vida resplandescente de sua mãe se esvairava de sua essência. Ele escondia o seu tesouro dentro de páginas de um tesouro maior. Com isso, ele havia perdido a vida. Perdido o sangue entre as veias. Obiru. Folha seca. E seus olhos se fecharam.

Danilo Santos
2º ano – Ensino Médio
Escola Cristã Pan Americana
São Paulo

Salvando a natureza
Os bichos da selva estavam alegremente conversando. Dona Girafa ouviu um barulho estranho.

_ Alguém está ouvindo um barulho entre as árvores?

Todo mundo falou na mesma hora:

_ Não.

Depois Dona Girafa foi ver o que era. Quando chegou no meio do caminho viu um macaquinho chorando e com dua malas em cada mão.

_ Ai meu Deus estou ficando com mais medo.

Chegou lá um homem com uma serra elétrica na mão, foi logo cortando uma árvore todo emplogado e falou:

_ Como é bom cortar uma árvore. Meu primeiro dia de trabalho. Ai que delícia!

Dona Girafa saiu correndo falar para os amigos. Quando chegou lá, não encontrou ninguém.

_ Tarde demais.

Mas ela não desistiu, procurou todos e fez uma reunão com os bichos da floresta. Quando já estavam muitos bichos ela falou:

_ Bichos desta selva, está acontecendo uma coisa muito ruim, nossa floresta está sendo invadida pelas pessoas que cortam árvores por isso a gente tem que chamar o guarda florestal e formar uma equipe.

Quando estava muito tarde e todo mundo já tinha ido embora, Dona Girafa resolveu ir para casa dormir.

Quando abriu os olhos estava de manhã.

_ Meu Deus, me atrasei para falar com os bichos. Ela saiu correndo falar com eles. Ao chegar lá todo mundo estava brigando com o homem que estava cortando a árvore.

_ Espere, gente.

Um macaco muito esperto chamou a polícia e em cinco minutos a polícia veio e prendeu o homem.

Ele aprendeu uma lição: não destruir a selva.

Depois a floresta ficou como antes.

Todos os bichos ficaram muito felizes.

Victor Ribeiro Cury
3ª série – Ensino Fundamental
Escola Presbiteriana Erasmo Braga


Sutil Assassinato

Pequeno ser, minúsculo coração, mas ainda assim, presente. Uma alma recém entrada no mundo, com grande futuro à espera. Rejeitado. Uma pedra no caminho. Seria uma pessoa importante, caso vivesse. Mas ela não o quer. Em minutos, ele é assassinato. Nem teve uma chance para viver. O mundo acaba de perder um gênio.

Realmente, não se sabe quantas vezes essa cena já se repetiu na história recente da humanidade. O aborto é o ato de matar um feto ainda estando no ventre da mãe. Esse ato mata milhares de bebês por ano, e os motivos são os mais variados. A questão está muito presente na vida atual, e portanto precisa ser analisada e combatida.

Por que? Afinal por que? Essa pergunta repete-se infinitas vezes. Nesse caso, há muitas respostas diferentes. Um delas é simplesmente porque os pais não querem tê-lo. Será muito trabalho, não têm dinheiro, o filho não é do sexo que eles queriam, etc.. Em que tipo de sociedades vivemos, onde pais dizem “Bem , eu não gosto de como você é; acho que vou matá-lo” e “ Você será muito trabalho, portanto morra”? Realmente egoísmo é a razão detrás de muitas mortes inocentes. Outra razão é quando uma menina engravida-se ainda muito jovem, e sabe que o bebê será um grande problema em sua vida. Ela tem o direito de ter uma vida boa e sem problemas, não é? Não seria lógico, então, que o bebê também tem o direito de viver? Nossa constituição claramente diz que todos têm direito à vida; serão fetos uma excessão à essa regra?

A humanidade está num estado de decadência. A natureza corrompida do homem tem levado-o a banalizar o sexo, a violência, e a vida. Jovens consideram o sexo uma coisa comum entre namorados e até discriminam as virgens. O sexo livre causa gravidez de muitas jovens e conseqüentemente, a morte de muitos inocentes. Há também o problema do estupro. O que fazer quando uma jovem fica grávida por causa desse horrível ato? Essa questão pode parecer meio complicada, mas a resposta certa nunca é o aborto. Existem histórias verdadeiras de crianças que nasceram de um estupro e tornaram-se muito bem sucedidas na vida.

Pessoas usam muitos argumentos para defender o aborto. Por exemplo, podem dizer que “o corpo é meu, eu faço o que bem quiser com ele”. Verdade, até um certo ponto. Querendo ou não, elas nunca terão o direito de matar o neném; mesmo que ele dependa da mãe, não passa a ser parte do corpo dela. Ele é um ser em si.

Um outro caso muito polêmico é quando um bebê é deficiente. Mental ou físico, não faz diferença. Dizem que, se deixarem viver, só trará incômodos e ele não terá uma vida muito feliz por causa da deficiência. Mas esse argumento não tem base. Existem muitas e muitas pessoas que nasceram deficientes e continuam deficientes, mas só trouxeram alegria aos pais. Eles mesmos também estão felizes.

O aborto era e continua sendo uma forma egoísta de se livrar de um problema. É fruto da banalização da vida humana e da leviandade com que os jovens praticam o sexo. O aborto despreza a vida em formação de um homem. Nunca será mais que um assassinato.

David Lopes
7ª série – Ensino Fundamental
Escola Cristã Pan Americana
São Paulo

Teu cuidado

Bem antes de eu nascer, de eu saber, de eu crescer.

De eu pensar, de eu falar, de eu respirar.

De eu sorrir, de eu fugir, de eu fingir.

Depois que eu fingi, que eu fugi, que eu sorri.

Que eu respirei, que eu falei, que eu pensei.

Que eu cresci, que eu nasci, que eu caí,

Tu estavas ali, me conquistando a cada momento;

Cada toque,

Cada abraço,

Cada preocupação,

Cada estendida de mão,

Cada gesto de amor,

Foi construindo,

Tijolo sobre tijolo,

Uma grande paixão.


Quando eu era pequenininha,

Lá estavas me amando.

Ao crescer mais um pouquinho,

Já a mente permitia,

Captar o que ouvia,

E reconhecer o Teu nome.

Mas eu não Te conhecia,

Então estendeu-me a mão,

E me concedeu perdão.


Quando estávamos caminhando em harmonia,

Eu nunca imaginaria,

Que mais uma vez eu cairia.

E em grande desespero,

Com vergonha e com medo,

Não queria Te machucar.

Com olhar de compaixão,

Mais uma vez estendeu-me a mão,

E no aconchego de Teus braços,

Senti a dimensão do Teu perdão.


A cada dia me apaixono mais por Ti.

Me entrego mais e mais a Ti.

Senhor,

Leva-me de volta ao meu primeiro

Mariela Barbosa
8ª série- Ensino Fundamental
Escola Cristã Pan Americana
São Paulo

Redação classificada com nota “Superior” em 2006

Orar

Como é bom orar.

Conversar com Deus.

Ele me escuta,

e sempre guia os passos meus.


Cuida de mim

da minha família e

dos meus amigos também.

Vou sempre repetindo

Amém...Amém...Amém...


Na inocência e alegria

ouço a palavra do Senhor

vivendo a fantasia

nas leis do Criador.


Se dessa forma não for

Felicidade não há.

Quem crê na palavra do Senhor

bem-aventurado será.


Se hoje construo e cultivo o amor,

certamente amanhã encontrarei

toda a felicidade ao lado

do eterno Criador.

Autora: Flávia Regina B. Hoyler Coelho,
aluna da 6ª Série do
Colégio Presbiteriano de Santos.
Avaliação: 55 pontos - Superior

1 Obiru: É um nome da língua Guarani que significa “folha seca”.

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